Se acha que o facto de "estarmos no café" transforma o rosto de alguém em domínio público, ou se costuma usar o clássico "deixa-te de coisas, é só uma foto" para desvalorizar o desconforto alheio, este é o seu banho de realidade. Em Portugal, a imagem de uma pessoa não é um acessório do cenário nem uma propriedade de quem prime o gatilho da câmara. O direito à imagem é um direito fundamental, protegido por lei, que não se dissolve apenas porque o ambiente é descontraído ou a intenção é recreativa.